Três Anúncios Para um Crime - A Toxicidade da Violência

Três Anúncios Para Um Crime (2017) é escrito, produzido e dirigido por Martin McDonagh, diretor dos elogiados Na Mira do Chefe (2008) e Sete Psicopatas e um Shih Tzu (2012). O filme foi premiado no Festival de Toronto, no British Film Awards e no Globo de Ouro, além de receber sete indicações ao Oscar 2018, incluindo Melhor Filme, Melhor Roteiro Original e Melhor Ator Coadjuvante - com duas indicações nesta categoria, para Woody Harrelson e Sam Rockwell.

O filme acompanha Mildred Hayes (Frances McDormand), uma mãe que, inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada, rapidamente repercutindo em toda a cidade e trazendo inesperadas e violentas consequências.

O grande diferencial do filme está nas suas inspiradas escolhas narrativas, que se afastam dos lugares-comuns de filmes sobre crimes com personagens incansáveis que buscam a justiça. No roteiro de McDonagh, a tragédia não leva inevitavelmente à redenção, à catarse e à soluções definitivas. Aqui, a tragédia é aliada, de maneira improvável, mas certeira, a um humor cáustico e desbocado, oriundo das mazelas e interioridades de uma miríade de personagens interessantíssimos e nietzschianos; humanos, demasiado humanos.

A raiva pode não ser a saída mais edificante, mas frequentemente é a mais verossímil e interessante dramaticamente, algo brilhantemente explorado através da obsessão, dor e culpa da riquíssima personagem interpretada por Frances McDormand, em um de seus melhores papéis desde Fargo (1996). Igualmente impactantes são os personagens coadjuvantes, como o delegado Willoughby (Woody Harrelson), um relutante aliado de Mildred que lida com sua própria mortalidade ao mesmo tempo que tenta enxergar o melhor no seu parceiro, o policial racista Jason Dixon (Sam Rockwell), um antagonista “cômico” com um improvável - e polêmico - arco dramático.

As complexas relações entre o trio de personagens é o fio condutor do filme, desenvolvidas através de diálogos rápidos imbuídos de uma acidez niilista, muitas vezes colocada de forma cômica como contraste a situações extremamente violentas - é o tipo de combinação que incomoda o público no melhor sentido possível e prova o quão segura é a visão do diretor para a sua narrativa. 

Narrativa esta, aliás, que tem como significado sintomático uma não tão sutil crítica a diversas questões culturais americanas - a cidade de Ebbing é fictícia, mas seus problemas não, o que torna o discurso sobre a toxicidade da violência algo atual e envolvente, criando até mesmo uma empatia e identificação do público com estes personagens, em maior ou menor grau, indefensáveis.

Em meio a todos esses elementos, o apuro estético do filme é onipresente, desde detalhes como o livro lido por um dos personagens, “Um Bom Homem é Difícil de Encontrar”, como os belíssimos planos feitos pelo versátil diretor de fotografia Ben Davis, que ilustram o frágil balanço entre a anarquia e a melancolia da cidade. 

No fim das contas, a resolução do mistério do assassinato em si é o que menos importa para o filme, mas há em torno disso conteúdo de sobra, de modo que essa escolha só tem a acrescentar à intenção de McDonagh, que prefere deixar a quase-literal estrada para a redenção ou destruição de seus protagonistas como um caminho em aberto, em sintonia com suas moralidades cinzentas.

O Insulto - Preconceito e Empatia

O Insulto (2017) é um longa dirigido pelo libanês Ziad Doueiri, conhecido pelos premiados filmes West Beirut (1998) e O Atentado (2012), além do seu trabalho como assistente de câmera para Quentin Tarantino nos filmes Jackie Brown, Pulp Fiction e Cães de Aluguel. 

O longa é um dos cinco concorrentes da categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2018 e a primeira indicação do cinema libanês no prêmio da Academia, apesar de ter corrido o risco de não ser sequer indicado, por conta das cenas filmadas em Israel, o que ainda é crime no Líbano. Graças ao apoio público, o filme seguiu carreira em festivais e venceu o prêmio do Audience Award da American Film Institute e o prêmio de Melhor Ator para Kamel El Basha no Festival de Veneza.

O filme, baseado em uma situação vivida pelo diretor, se passa em Beirute e acompanha o insulto explosivo que leva Toni (Adel Karam), um cristão libanês de direita, e Yasser (Kamel El Basha), um refugiado palestino, para o tribunal. A partir dessa premissa simples, o filme constrói uma interessantíssima alegoria para a situação política do Líbano, criando o drama a partir de uma situação aparentemente banal e cotidiana.

O grande trunfo do roteiro, também assinado pelo diretor e pela roteirista Joelle Touma, é criar personagens que se antagonizam ao mesmo tempo em que se assemelham em suas interioridades, algo que o filme explora habilmente, brincando com a“lealdade” do público a cada um na medida em que os personagens são expostos a situações de proporções cada vez maiores em meio ao circo midiático e a martirização de ambos.

A estrutura narrativa do filme, simples e concisa, nunca perde de vista os protagonistas, alternando, na maioria das vezes, as cenas de tribunal com momentos intimistas deles com suas esposas. Mesmo nas cenas onde estes não são o foco principal, é o conflito de ambos que motiva as relações e posicionamentos dos outros personagens, diversas vezes colocados, metaforicamente ou não, na posição de réus ou juízes de uma situação que em muito extrapola seu estopim original para tornar-se um novo capítulo de um interminável conflito histórico.

O filme funciona principalmente por abrir mão da abordagem caricatural ou maniqueísta, que embora possa funcionar como elemento básico na criação do drama, genericamente falando, aqui não serve a uma trama que se propõe a colocar seus personagens e o público em uma reflexão séria, interessada nos tons de cinza de temas que perpassam por guerras e conflitos históricos, ainda que dimensionados a partir de um evento tão circunstancial.

A abordagem realista do filme, contudo, é sensível o suficiente para perceber em seu desfecho que a empatia ainda é uma das mais poderosas e valiosas atitudes humanas, ainda que suas consequências possam não ser tão grandiosas ou duradouras.

Calendário de lançamento de todos os indicados ao Oscar 2018

O Oscar chegou em sua 90ª edição! E chegou bem! Marcada pelo retorno dos filmes de gênero nas categorias principais, como o terror Corra! e a fantasia A Forma da Água, a edição traz uma das melhores seleções recentes na categoria Melhor Filme. Seja quem for o vencedor da noite, a estatueta estará em boas mãos. A Forma da Água, Dunkirk e Três Anúncios Para um Crime lideram com 13, 8 e 7 indicações cada.

Você também gosta de maratonar para chegar no dia da premiação estando por dentro de tudo? Para te ajudar a não perder nenhum filme, listamos todos os 44 indicados (salvo curtas metragens) dividindo-os em "já lançados", "em cartaz" e "em breve". A maior parte dos filmes já estreados no Brasil podem ser encontrados em DVDs ou Blu-Rays. Dois deles estão disponíveis na Netflix.

Agora é só pegar a agenda e reservar as datas.
A cerimônia de premiação acontece no dia 04 de março.
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Confira a lista completa dos indicados por categoria: clique aqui

Categoria Melhor Filme:


• Já lançados:
Dunkirk
Corra!

• Em Cartaz:
Me Chame Pelo Seu Nome
O Destino de Uma Nação
The Post
A Forma da Água

• Em Breve:
15/02 - Lady Bird
15/02 - Três Anúncios Para um Crime
22/02 - Trama Fantasma


Demais categorias:


• Já lançados:
Blade Runner 2049
Star Wars: Os Últimos Jedi
Em Ritmo de Fuga
A Bela e a Fera
Victoria & Abdul
Logan
Doentes de Amor
Guardiões da Galáxia Vol. 2
Kong: A Ilha da Caveira
Planeta dos Macacos: A Guerra
O Poderoso Chefinho
Com Amor, Van Gogh
Uma Mulher Fantástica (Chile)
O Rei do Show
Ícaro (Doc) (Netflix)
Strong Island (Doc) (Netflix)

• Em Cartaz:
Todo o Dinheiro do Mundo
Viva: A Vida é uma Festa
O Artista do Desastre
Extraordinário
O Touro Ferdinando
Visages, Villages (Doc)
The Square (Suécia)
Corpo e Alma (Hungria)

• Em Breve:

08/02 - O Insulto (Líbano)
08/02 - Desamor (Loveless) (Rússia)
15/02 - Mudbound
15/02 - Eu, Tonya
22/02 - A Grande Jogada
01/03 - Projeto Flórida

• Ainda sem previsão:
Roman J. Israel, Esq.
The Breadwinner
Marshall
Abacus: Pequeno o Bastante para Condenar (Doc)
Últimos Homens em Aleppo (Doc)

Quantos dos 44 indicados você já viu? Conte pra gente nos comentários!

The Post: A Guerra Secreta

O ano é 1971. Após três meses de estudo dos documentos vazados do Pentágono, o ‘The New York Times’ lança uma edição bombástica revelando que o governo norte americano mente para seu povo há mais de 30 anos. Entre as revelações, está a de que o governo sabia que não havia como vencer a Guerra do Vietnã e, ainda assim, continuou enviando soldados americanos para a morte. Mas após uma liminar federal, com base na antiga Lei de Espionagem, o jornal é proibido de publicar qualquer coisa sobre o assunto. Quando os documentos vazados chegam ao ‘The Washington Post’, e eles descobrem que a publicação de qualquer página daquele documento acarreta na acusação de conspiração contra o governo americano, caberá a uma mulher decidir se calar diante da oposição de um governo questionável ou defender a verdade e a liberdade de imprensa, correndo o risco de perder seu jornal e liberdade.

É neste cenário de extrema tensão e medo que se desenrola o novo filme de Steven Spielberg, feito “às pressas” assim que Donald Trump foi eleito Presidente dos Estados Unidos. Rodado e finalizado num período de apenas 6 meses, chegou ainda em dezembro aos cinemas norte americanos, trazendo Meryl Streep no papel da falecida proprietária e editora do ‘Post’, Kay Graham, e Tom Hanks como o ex-editor do jornal, Ben Bradlee. É notável que se diga que esta foi a primeira vez que contracenaram juntos! Por si só já vale o ingresso! E a química da dupla é fantástica. De um lado, um Hanks impulsivo, determinado, sempre convicto, tentando persuadir Graham a tomar seu lado. Do outro, uma Streep dando vida à uma personagem de fibra, que mede o tamanho das consequências que suas decisões e as de seus imediatos podem ter, que lida da melhor forma possível com uma crise interna que definirá o futuro de sua empresa na bolsa de valores, ao mesmo tempo em que tem de enfrentar, dia após dia, o machismo dos anos 70 dentro de seu próprio jornal.

Mas não é só a dupla de protagonistas que brilha, Spielberg reuniu um elenco de primeira para trazer esta estória para a tela grande. Destaques como Matthew Rhys, que ‘brinca’ de espião mais uma vez, e Bob Odenkirk, que dá vida a um dos repórteres investigativos do ‘Post’. Talvez a maior façanha de Spielberg neste filme seja a direção de atores. Extrair um elemento essencial de seu time: a tensão através do olhar. O medo, expectativa, dúvida e perigo são sempre reforçados pelo olhar, e o tempo dramático tanto da direção como da montagem é crucial para explorar mais essa virtude da obra. E, neste sentido, quem brilha intensamente é Streep. Através de seus olhos, conseguimos sentir todo o peso que está sobre seus ombros, em particular na cena do telefonema em que ela deve fazer uma importante escolha, sob enorme pressão. Streep tem a virtude das atrizes que nos fazem esquecer que estamos assistindo a filme. Quando está em cena, mergulhamos de cabeça na narrativa. ‘The Post’ nos lembra porque ela é considerada uma das maiores atrizes de todos os tempos!

A assinatura de Janusz Kaminski na direção de fotografia também merece ser reconhecida aqui. Seu eficiente jogo de luz e sombra compõe um dos conceitos criativos que guiam o filme. É de extrema importância aqui, ao lembrarmos que os personagens estão cobertos de apreensão. Para a maioria, está em jogo não apenas o emprego, mas a própria liberdade, visto que correm o risco de serem presos. Bob Odenkirk é particularmente agraciado pelo trabalho de Janusz, em uma cena com Jesse Plemons na qual seu rosto se enche de dúvidas, receios e incertezas.

É necessário também apontar que o enredo tem suas fraquezas. A principal deles é o excesso de alívio cômico, com a da personagem filha de Ben Bradlee que vende limonada. A jovem interfere em pelo menos umas 4 cenas, em momentos cruciais da narrativa. A mais notável e incômoda interferência ocorre em uma cena em que ela é vista ao fundo carregando as peças de sua barraca, distraindo-nos de um importante diálogo em primeiro plano, apenas para extrair algumas risadas. A ridicularização da figura do Presidente Nixon tende ao caricato por vezes excessivo. São com excessos como esses que Spielberg se perde em alguns momentos.

“The Post”, apesar destes deslizes, se sustenta. É uma importante odisseia não só de luta contra o autoritarismo e a favor da liberdade de imprensa, como a jornada de ascensão de uma mulher lutando para ganhar seu espaço e direito de decisão. Streep ascende sua personagem a uma posição de júbilo em um tempo em que ser mulher em posição de poder era considerado ultrajante.


Indicados ao Oscar: surpresas, esnobados e feitos memoráveis

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou hoje os indicados ao Oscar 2018, que marca sua edição de número 90! E, de cara, a maior surpresa foi “Trama Fantasma”. O romance de duas almas sentidas fez um 'corte' inesperado em 3 categorias, incluindo a de Melhor Filme. Esta edição também ficou marcada como o retorno expressivo de filmes de gênero na categorias principais, como "Corra!" e "A Forma da Água", que lidera o quadro de indicados com 13 menções. Veja algumas surpresas, esnobados e feitos memoráveis, selecionados pelo colaborador Henrique Euzébio. 

MELHOR FILME



O drama biográfico “O Destino de Uma Nação” fez o corte e encontrou um lugar entre os indicados em Melhor Filme, mas nenhuma surpresa foi tão grande quanto “Trama Fantasma” que, contra todas as expectativas, encontrou forças para ser indicado. “Doentes de Amor” e “Eu, Tonya” não foram amados o suficiente para figurarem na lista, mas nenhuma ausência é tão sentida quanto o retrato da pobreza americana em “Projeto Flórida”. É realmente uma pena sua omissão.


MELHOR DIREÇÃO



Os favoritos ao prêmio Guillermo Del Toro (A Forma da Água) e Christopher Nolan (Dunkirk) não decepcionaram, nem Greta Gerwig (Lady Bird), que se tornou a 5° mulher apenas a ser indicada, junto com Jordan Peele (Corra!) que, por coincidência, se tornou o 5° negro apenas a ser indicado. Mas um nome brilhou nesta categoria: Paul Thomas Anderson! Um dos mais aclamados diretores em atividade, conhecido por filmes como “Magnólia”, “Sangue Negro” e “O Mestre”, PTA fez um feito histórico ao conseguir a indicação ao Oscar mesmo não sendo indicado a nenhuma das demais grandes premiações da temporada por “Trama Fantasma”. 

MELHOR ATOR & ATRIZ



Na categoria feminina não houve nenhuma surpresa. Havia quem acreditava que Meryl Streep poderia ficar de fora, bem, ela acabou superando o próprio recorde, cravando sua 21º indicação. Na categoria masculina também não houve nenhuma surpresa, apenas uma confirmação: as denúncias de abuso e assédio estão repercutindo e fazendo efeito em Hollywood. James Franco perdeu uma indicação outrora certa. Denzel Washington chegou a sua 8° indicação, desta vez pelo filme “Roman J. Israel, Esq.”. Tom Hanks também era muito aguardado na categoria, mas há 17 anos o ator não é indicado. A esnobada mais radical veio em 2014, por “Capitão Phillips”. Day Lewis anunciou sua aposentadoria em 2017. Se mantida, "Trama Fantasma" será seu último filme. Esta é sua 6ª indicação (todas na categoria principal) e pode se tornar sua 4ª vitória!

MELHOR ATOR & ATRIZ COADJUVANTES



Na categoria masculina, nenhuma surpresa: Woody Harrelson e Christopher Plummer confirmaram seu favoritismo, mas a aura dessa categoria é de tristeza, visto que nenhum dos coadjuvantes de “Me Chame Pelo Seu Nome” foram indicados. Na categoria feminina, uma surpresa: a veterana Lesley Manville conseguiu sua primeira indicação ao Oscar, por “Trama Fantasma”. Quem acabou ficando de fora foi Holly Hunter, pelo filme “Doentes de Amor”. Já Mary J. Blige escreveu seu nome na história! A rapper se tornou a primeira mulher negra a receber duas indicações ao Oscar numa mesma edição, além da indicação de Atriz Coadjuvante, ela marcou presença na categoria de Melhor Canção, com o som “Mighty River”.

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL & ADAPTADO


Em Original, o romance real “Doentes de Amor” superou “Eu, Tonya” e “The Post” para ficar com a última vaga da categoria. Nela temos 3 mulheres indicadas esse ano! Em Adaptado, “Logan” se tornou o primeiro filme de super-herói em ‘live-action’ a receber uma indicação na categoria. O grande feito veio com a roteirista e diretora afro-americana Dee Rees, que se tornou a primeira mulher negra a ser indicada ao Prêmio de Roteiro Adaptado, por Mudbound.

FEITO MEMORÁVEL!



Rachel Morrison tornou-se a primeira mulher a ser indicada ao Oscar de Melhor Fotografia por “Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi”. A categoria de Fotografia era a única entre as 24 existentes hoje na premiação em que uma mulher nunca havia sido indicada. 

BRASIL NO OSCAR

O diretor e roteirista carioca Carlos Saldanha recebeu sua 2° indicação, agora pela animação “O Touro Ferdinando”. Saldanha é conhecido por “A Era do Gelo”, “Rio” e “Robôs”. E o Brasil volta a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme com “Me Chame Pelo Seu Nome”. A última vez que o Brasil havia sido indicado a esta categoria foi em 1985, pela coprodução “O Beijo da Mulher Aranha”. “Me Chame Pelo Seu Nome” é uma coprodução entre Estados Unidos, Itália, França e Brasil e foi produzido pela produtora brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira. Rodrigo também assina a produção do filme, mas seu nome não foi creditado pela Academia. Esperamos que corrijam o erro da mesma maneira que corrigiram em 2014, quando adicionaram o nome pessoal de Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio a lista de produtores indicados por “O Lobo de Wall Street”.

Texto por Henrique Euzébio.

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